sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

**...Lágrimas Depressivas...**

É assim todo o dia
O sol clareia brando
A lua suaviza meu pranto
Medito sobre minha vida vazia
Lágrimas de suplício
Lágrimas geladas...
Lágrimas desperdiçadas...
Tentando aliviar meu martírio

E eu odeio tudo isso

Odeio sentir essa tortura

Ser seguida por essa amargura

Até já tentei suicídio
Minha lamúria
Meu terror que queima minha alma
Minha mortificação que não me deixa ter calma

Minha eterna fúria
Lágrimas...
Lágrimas de dor

Lágrimas sem amor
Mágoas...
Tentei me afogar

Nessa lamentação inútil

Nesse lamento fútil

Na bruma que disfarça o mar

Mas isso não me protegeu

Só me trouxe mais aflição

Só trouxe minha crucificação

Mas isso não me abateu

Pois, assim como eu
Nesse mundo profano
Sufocado nesse desejo insano
Muita gente morreu...

o0*Vampiros*0o



Vampiro perdido


















Um homem sem alma,
um homem sem vida,
ele anda sem pensar
sua vida não tem caminhos

Máscara do sorriso,
com lágrimas cairam
e assim o vampiro iludido
virou um coração destruído.

Árvore socada,
sua tristeza sorria,
mãos ensaguentadas,
uma lembrança destruída.

Sua alma viaja,
mas seus olhos são fixos,
nos seus sonhos fracassados,
a lua sumiu do seu caminho.

Destinos são feitos,
caminhos são perdidos,
seu corpo anda,
sem uma alma no caminho.

Alma...


Eu tenho andado por caminhos, por estradas sombrias
que levam terror ao peito, Eu tenho examinado as profundezas
do ódio interior e escalado o cume da Destruição.

Para cada segredo desvendado, para cada poder aprendido
Eu tenho vendido retalhos de minha alma, sem me importar como ela é queimada.
E continuo buscando a mais alta sabedoria muito pouco tendo atingido.
Embora eu a tenha encontrado, isto me deixou - partido, condenado e esgotado.

Agora eu encontrei este poder mais que maldito.
Meu espírito queima a cada magia e cada verso irreverente.
A despeito da força e do conhecimento absorvido, eu tenho pago pesados custos,
Nunca deveria ter trocado o poder por minha alma imortal.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Grito para o mundo



Caminho pelas trevas

pensando em ti

nesse maldito pensamento

que tomou-me por inteira

essa escuridão que cegou-me

não o culpo por ter tais olhos enigmáticos

mas o culpo por ter tomado a minha pobre mórbida alma

não entendo o que queres de mim

Já tens minha essência

Livrai-me dessa dor

Deixei-me ir á eternidade

Não aguento rastejar neste pútrido mundo

cheio de sombras, maldades e sofrimento

Oh, a dor é muita!

Minhas lágrimas se secaram

Minha face apodrecida congela com a vida

A vida gélida que habita entre nós

Tudo por esse sentimento

move tudo e todos

maldito dentro de nós

...